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A RÁDIO DA RAINHA

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Guia prático (modo avançado) para cornos submissos






















Para quem não sabe esta foto demonstra o papel que é reservado a um corno submisso exemplar. Com seu corpo todo depilado, ele deve manter a tatuagem da DAMA DE ESPADAS, símbolo máximo que o identifica como marido de uma HOT WIFE ou SLUT WIFE, ou seja,  uma mulher de vida sexual liberal, totalmente disponível e à procura de machos comedores que lhe atraiam. Para completar, a regra implica no marido ter seu pênis trancado por um cadeado peniano ( a ele é proibido ter ereção na presença dela em situações onde seja possuída por outro homem ou enquanto ela estiver ausente em seus encontros) e vestir roupinhas femininas servindo como empregadinha para o casal de amantes (esposa e macho comedor). A camisinha pode set dispensável caso o amante seja fixo, mas isso é somente em casos de absoluta confiança entre as partes.  
Maridos sissy (submissos e feminizados para servir ao casal amante) podem atingir o extremo desta função - MAS SÓ SE O MACHO COMEDOR PERMITIR - ajudando o amante a colocar o pênis duro na esposa e colaborando para intensificar o momento do orgasmo do macho, lambendo seu saco enquanto ele mete em sua amada. O grande ápice deste ritual ocorre quando a esposa ordena que ele "limpe" a carga de porra despejada, seja em sua buceta ou em seu cuzinho.   
E então, pronto para ser um maridinho sissy? rsrs

sábado, 13 de setembro de 2014

Delícia de vídeo !!!!

Neste vídeo é possível constatar toda satisfação que uma hotwife sente ao se entregar aos prazeres do sexo interracial libidinoso bem na frente de seu corno submisso. Temperatura máxima!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Guia prático para cornos iniciantes - Parte II (final) -

Aqui vocês conferem mais dicas destinadas a casais e cornos iniciantes que desejam aventurar-se no delicioso universo do conceito HOT WIFE X MARIDOS GENEROSOS, rsrs. 

Regra nº. 11

Para a segurança de todos: Se a esposa for sair sozinha com um novo Comedor, certifique-se bem quem é o sujeito, se é confiável, quais são as referências dele, se não vai trazer problemas, se realmente não há a menor sombra de dúvida, etc, etc... Vale a regra: Na dúvida, nunca ultrapasse.

Regra nº. 12

E, se ela for sair sozinha com o Comedor, recomende a ela que volte para casa sem tomar banho, pois é função precípua do corno manso, limpar a mulher com a própria língua. E, se o Comedor sabe da existência do corno manso e que ele aprova a transa, então não deve ficar questionando, se a mulher for embora sem tomar banho, pois ela também sente prazer de ver seu corninho, faxinando a “bagunça” com a língua.

Regra nº. 14

É dever de todo corno manso que se preza e que participa do "ménage", buscar facilitar as penetrações do Comedor, segurando as pernas da esposinha, amparando-a, ajudando e, se for o caso, abrindo a bundinha dela para o outro meter, lubrificando o bem cuzinho dela para o anal, guiando o pau do Comedor para dentro dela, etc... Enfim, cumprindo ativamente seu papel de corno manso.

Regra nº. 15

É direito de todo casal, caso o Comedor voluntariamente concorde, que o corno manso fotografe ou filme, para depois guardar como uma recordação e com todo o carinho, o “ménage-a-trois” em que a esposa é devidamente fodida. O Comedor deve compreender que ele só terá cópia das fotos ou do filme, se o casal concordar com isso.

Regra nº. 16

Lembre-se: Ser corno manso é uma questão de "status". Não é corno manso quem quer. Só é corno manso quem pode. Ser corno manso significa que você tem uma mulher desejada por todos os outros. Quem é casado com baranga não tem a menor condição de ser corno, nem mesmo manso. Portanto, orgulhe-se muito de sua galhada. Cada chifre é como uma medalha.

Regra nº. 17

O casal, o Comedor e o corno manso, sempre tem que se lembrar que: No “ménage-a-trois”, nada é proibido, tudo é permitido, mas nada é obrigatório . Tudo tem que ser muito bem conversado e combinado antes . Se na hora “dos fatos” surgir alguma dúvida, aquela prática deve ser adiada para uma ocasião posterior, isto se vier a ser, posteriormente, aprovada por todos.

Regra nº. 18

É dever de todo corno manso, nunca deixar faltar amor para a esposa. O corno manso deve ser compreensivo, calmo, tolerante, afetuoso, amoroso e gentil com ela. Sempre protegê-la e ser cúmplice dela.

Regra nº. 19

Todo corno manso deve procurar ser solidário com os seus outros colegas também cornos mansos. Deve dividir suas experiências com eles. Inclusive, habituar-se a dar referência de bons Comedores. Informar “armadilhas”, relatar velhos e novos golpes que tiver conhecimento, etc...

Regra nº. 20

É psicologicamente comprovado que boa parte dos cornos mansos já assumidos e praticantes, é composta por homens que têm tendências bissexuais, conscientes ou inconscientes, assumidas ou não, mais fortes ou menos fortes. Assim o corno manso não deve se sentir menos homem por causa disso. E, se a sua esposa e o Comedor previamente concordarem, deve tirar o máximo proveito das coisas, sem qualquer sentimento de culpa, por algo mais.

Regra nº. 21

É comum, também, que algum Comedor, acabe desejando e até mesmo tome a iniciativa de buscar algum tipo de contato bissexual para com o corno manso; Assim, caso o corno manso já conheça e aceite a sua própria bissexualidade, ele deve incentivar, somente se houver prévio apoio da parte de sua esposa, as investidas do Comedor, carente de bissexualidade.

Regra nº. 22

Já foi comprovado, também, que, com bastante frequência, Comedores sentem vontade de vir a desfrutar os infinitos prazeres da condição de corno manso; Por isso, o corno manso não deve estranhar (e deve até dar todo o apoio possível...), caso o Comedor, queira evoluir para a condição de, também, passar a ser um novo corno manso. Deve até mesmo, buscar fazer as “honras da casa”, ao novato na prática da Mansidão.

Regra nº. 23

O fato de ser um feliz corno manso, não obriga o titular de tão honrosa posição social, a aceitar, passivamente, todo tipo de conduta da parte de Comedores (e até de terceiros...): Assim, tanto o Manso, quanto o casal, podem recusar drogas e seu porte e uso, estimulantes, cigarros, vexames, porres, escândalos e excessos. O prazer é a regra. Ser discreto é a condição. E a cautela é uma obrigação de todo o trio.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Existem vários tipos de corno como veremos na próxima postagem do "guia prático".

Aqui este tipo de corno se excita em ver sua esposa sendo bem comida por um macho negro bem roludo, e no final ele quer também ter o prazer de possuí-la. Mas sentindo que seu pintinho apenas "dança" na buceta já alargada (e molhada com o gozo do macho) da esposa, decide apenas bater sua punhetinha para satisfazer-se.  


sábado, 6 de setembro de 2014

Guia prático para cornos iniciantes - Parte I (by corno da Rainha)



Regra nº. 01

Nunca force sua esposa a aceitar parceiros com quem ela não simpatizou e/ou não teve afinidade. Os homens, normalmente, metem em qualquer buraco que veem pela frente; A mulher, porém, precisa de algo mais além do simples tesão. Há que rolar uma afinidade, uma atração diferente, que só ela saberá.

Regra nº. 02

No dia a dia e em qualquer ocasião, cuide que sua mulher esteja sempre bem (e convenientemente) elegante e arrumada; E, sempre que possível, que ela esteja vestida de forma bem sensual, pois isto é muito importante para atrair, com mais eficiência, a atenção masculina alheia. Manter a mulher sempre gostosa e provocante, é um dever de todo corno manso que se preza.

Regra nº. 03

Quando sua mulher for dar para outro, certifique-se de que ela está usando uma boa e sensual lingerie e que ela está totalmente elegante e cheirosa. Ajude a depilá-la, se necessário.

Regra nº. 04

Quando forem encontrar um novo parceiro num bar ou restaurante, ainda que seja somente para prévia avaliação e conferir afinidades, procure participar ativamente da conversa. Lembre-se de que, também neste instante, VOCÊ é o macho e o protetor dela. Só depois que a coisa engrenar entre ela e o novo Comedor é que você pode, se quiser, assumir um papel secundário.

Regra nº. 05

Lembre-se: Há várias formas de se exercer a nobre, mui relevante e inigualável função de corno manso e não existe um tipo certo e/ou um tipo errado para isso, pois tudo depende da fantasia de cada casal, em particular, valendo o gosto de ambos e o limite e o desejo de cada um. Nada deve ser forçado.

Regra nº. 06

Existem vários tipos de corno manso:
Há aquele que gosta de ser humilhado; Há aquele que participa ativamente, de tudo; Há aquele que só gosta de observar; Há aquele que fica esperando em casa, etc, etc, etc...
Procure saber em qual tipo você se enquadra e exija que o Comedor respeite a sua opção.

Regra nº. 07

Qualquer que seja o tipo de corno, em que você se enquadre, lembre-se de sempre dar suporte à sua esposa. Ela precisa ter a certeza de que está agindo em nome do prazer do casal. Algumas delas sentem uma certa insegurança diante de um outro homem desconhecido. Faça-a perceber que você está ali para protegê-la, se for o caso.

Regra nº. 08

Por mais que seja uma fantasia mútua do casal, no "ménage a trois" masculino, a figura central e mais importante, é a esposa. É ela quem deve ter todas as suas vontades satisfeitas. Não constranja sua esposa, deixe-a à vontade, incentive-a, apoie-a e faça tudo do jeito que ela quiser. Assim, fica mais gostoso!!!

Regra nº. 09

Todo corno manso de respeito, tem o direito de ter muito prazer em exibir a esposa para os outros machos, seja ao vivo, ou seja, pela Internet. Inclusive porque, todo Comedor têm todo o direito de examinar antes, o material que vai comer.

Regra nº. 10

Quando o casal receber propostas de candidatos a Comedor (desde que elas estejam redigidas de acordo com as normas do casal, com fotos, etc...), o corno manso deve ajudar a esposa a responder, nem que seja para descartar. As que vêm, com meia dúzia de palavras, sem as fotos exigidas, sem os dados pedidos ou com grosserias podem ser descartadas de plano e não necessitam resposta alguma.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Um beijo gostoso é sempre o início de uma boa foda...











sábado, 30 de agosto de 2014

Conhecendo um novo amigo: "A" (By corno da rainha)

Dando continuidade à série de relatos REAIS assinadas por meu marido,  segue abaixo mais uma de minhas aventuras. O vídeo desta transa faz parte da coletânea de meu DVD.



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Olá amigos, 

Como sempre é com grande prazer que registro aqui as histórias reais de minha mulher,  as quais sou cúmplice e acima de tudo grande incentivador. Por razões de privacidade chamaremos este nosso amigo de Anônimo. Ou simplesmente "A".
Sempre cada vez um pouco mais experientes em nossas brincadeiras no mundo liberal, combinamos como de costume um encontro num barzinho para conhecer este novo pretendente. Ele era um cara forte, troncudo, mas não exageradamente alto como o anterior que tinha quase 2 metros. Cara de safado e se declarava "pintudo" (rsrs) em seu perfil no site de relacionamentos. 
Assim que chegamos o bar todo parecia ter olhado para ela. Uma loira muito chamativa despertando a libido daquela homarada. Não demorou muito para que eles dois se entrosassem e logo rolassem carícias em público. Como eu cheguei depois com minha mulher, a impressão que dava era que as pessoas do bar tinham percebido minha condição de marido submisso. Um tesão difícil de explicar.
 Do entrosamento ao primeiro beijo foi um pulo. E que beijo! Ela o abraçou e numa cena linda começou a dar uma prévia do que teria reservado a ele. Estando sem sutiã, eu percebia seus mamilos entumecidos numa clara demonstração de tesão ao aprovar o novo amigo. Eu de minha parte ficava de pintinho duro, imaginando como seria a farra que seria entre os dois após este primeiro encontro. 
Enquanto ela se facilitava a ele, eu percebia seu pauzão duro (um volume bem visível) sob a calça, certo de que este seria mais um macho sortudo a comer minha rainha. Se pudesse ele arrancava ali mesmo a roupa dela e a devorava.
Depois de uns bons amassos e um clima mágico de sacanagem no ar, deixamos o local, já com a perspectiva de marcarmos o dia para matar todo aquele tesão entre os dois. 
Não tardou muito para que esta expectativa se transformasse em mais uma deliciosa aventura.
E pela primeira vez ocorreria um fato novo neste encontro: a farra seria no apartamento dele. Fora daquela mesmice convencional dos motéis. Sem dúvida um novo e excitante ingrediente.       
Numa tarde qualquer, num dia de semana, lá fomos nós para mais uma sessão de sexo casual. 

Ao chegar em seu apê, depois daquele típico friozinho na barriga, ele logo foi dando as boas vindas, no que foi totalmente correspondido por ela.  Ele bolinava em sua bucetinha rosada debaixo da calcinha, já sentindo o mel farto que de lá escorria, acusando o tesão em que ela se encontrava. 
Eu apreciava aquela cena, registrando as primeiras preliminares que indicavam um forte teor de troca de hormônios. Beijos, amassos, cheiros e muita sacanagem evoluía naturalmente. 
Não sei por que, mas em minha submissão, pela primeira vez eu meio que afinava minha voz (normalmente grave), falando mansinho de um jeito quase parecendo meio afeminado. Como que entregando aquela fêmea ao seu macho Apha e eu com postura de maridinho sissy, totalmente frouxo e passivinho, rsrs.  

Ela então quis matar a curiosidade e checar o calibre do amigo. Ao segurá-lo em suas mãos delicadas,  deparou-se com uma rola grossa e cabeçuda, começando a endurecer em seus dedos acariciantes. Um picão preto dos mais atraentes que ela (e eu) havia visto ao vivo em suas brincadeiras. Ele tinha um corpo bem legal. Não muito peludo mas também nada lisinho. Na medida que um macho safado deve ter.
Logo ela passaria a dedicar-se com total entrega àquele homem gostoso.

(Continua)       
 


A Filosofia da Alcova - Segundo Diálogo.















SEGUNDO DIÁLOGO 
Madame de Saint Ange e Eugênía: 
 MADAME - Bom dia, minha querida! Esperava por você, com uma impaciência que adivinhará facilmente se é capaz de ler meu coração. 
EUGÊNIA - Tal era a minha pressa de cair nos seus braços que me parecia impossível chegar aqui! Ainda há uma hora apenas, tremia de medo que tudo mudasse. Minha mãe não se resolvia a me deixar sair de casa; acha que moça de minha idade não deve sair desacompanhada. Meu pai, que a tinha maltratado na véspera, estava ainda tão zangado com ela, que num só de seus olhares severos decidiu tudo. Madame de Mistival cedeu a tudo quanto meu pai exigiu e corri para cá. Tenho dois dias inteiros, mas é preciso que depois de amanhã volte à casa no seu carro, com uma das suas saias. MADAME - Que prazo curto, meu anjo! Em tão pouco tempo poderei apenas exprimir o que você me inspira e conversar sobre os tópicos principais. Quero iniciá-la nos secretos mistérios de Vênus. Dois dias bastarão para tanto? 
EUGÊNIA - Fique tranquila, enquanto não tiver aprendido tudo não irei embora. Quero tornar-me mestra no assunto. 
MADAME, beijando-a - Ah, meu amor, quantas coisas faremos e diremos uma a outra! Vamos almoçar primeiro, pois a lição é complicada... 
EUGÊNIA - Nem me fale nisso, só desejo ouvi-Ia e aprender! Já almocei e até oito da noite não pensarei mais em comer. 
MADAME - Passemos então ao toucador onde estaremos mais à vontade. já preveni meus criados, ninguém ousará nos interromper... (Saem abraçadas).

Trailer de uma das fodas do meu vídeo!

O restante vcs conferem clicando no botão do Pagseguro. Bjs! ATENÇÃO: ESTE VÍDEO ESTÁ PROTEGIDO PELAS LEIS DE DIREITO AUTORAL. INFRATORES SERÃO PROCESSADOS DE ACORDO COM OS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE NACIONAL E INTERNACIONALMENTE .
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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Preparando a esposa para um encontro com seu macho Alpha negro (adoro a parte que ele lambe suas axilas, rsrs).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Voltando a postar no blog...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Esse cara é muito safado! Achei legal postar mais um vídeo dele. Trata-se do ator porno Franco Roccaforte, natural da Venezuela. Que delícia de macho!


Hot Blonde Gets A Nice Black Cock Anal Drill. This video is offered free from porn.com

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Adorei este video! Gozei só de ver, rsrs

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Mais uma do ensaio para a revista Sexlog


sexta-feira, 30 de maio de 2014

A Filosofia da Alcova - Primeiro Diálogo



PRIMEIRO DIÁLOGO

Madame de Saint Ange, Cavalheiro de Mirvel..
MADAME - Bom dia meu irmão; Dolmancé não vem?
MIRVEL - Chegará às quatro em ponto.
Como jantamos somente às sete, teremos muito tempo para conversar.
MADAME - Sabe que me arrependo um pouco da minha curiosidade e dos projetos obscenos
que fizemos para hoje? Você é muito indulgente, querido! Justo quando eu deveria ser bem
comportada é que se me aquece a imaginação, e mais libertina me tomo: como você me perdoa
tudo, fico cada vez mais mimada... Aos vinte e seis anos, já deveria ser uma beata e não passo
da mais devassa de todas as mulheres... Não se pode ter uma ideia de tudo quanto imagino, de
tudo quanto quisera fazer; acreditava que, me limitando às mulheres, conseguiria tranquilidade;
que meus desejos, uma vez concentrados em meu sexo, não transbordariam sobre o seu.
Quiméricos projetos, meu amigo, os prazeres de que desejava me privar pareceram-me ainda
mais tentadores e me apercebi de que, quando se nasceu para a libertinagem, é inútil querer
dominar-se: os fogosos desejos irrompem com mais força. Enfim, querido, sou um animal
anfíbio: gosto de tudo, tudo me diverte; quero conhecer todos os gêneros; confesso que é uma
extravagância completa de minha parte querer conhecer esse singular Dolmancé, que, como diz
você, nunca possuiu as mulheres como o costume o prescreve, que, sodomita por princípio,
idolatra o próprio sexo e só se rende ao nosso sob a cláusula especial de lhe oferecermos os
encantos que está acostumado a encontrar entre os homens. Veja, meu irmão, que bizarra
fantasia! Quero ser o Ganimede desse novo Júpiter, quero gozar de seus gostos, de seus
deboches, quero ser a vítima dos seus erros. Saiba que, até agora, dessa maneira só a você me
entreguei, por prazer, ou a certo criado que, pago para me possuir desse modo, só o fazia por
interesse. Hoje, não é mais por complacência nem por capricho, mas sim por puro gosto... Creio
que haverá uma notável diferença entre as duas experiências e quero conhecê-la. Descreva-me
bem Dolmancé, afim de que o tenha na idéia antes que ele chegue; sabe que o conheço apenas
por tê-lo encontrado durante alguns minutos numa casa onde estivemos.
MIRVEL - Dolmancé acaba de completar trinta e seis anos; é alto, lindo aspecto, olhos vivos e
espirituosos; mas algo de dureza e de maldade transparece nos seus traços. Tem dentes
lindíssimos; um certo dengue no mover a cintura e no andar, certamente pelo hábito de imitar as
mulheres. É elegantíssimo, tem voz agradável, várias habilidades e sobretudo espírito filosófico.
MADAME - Bem, espero que ele não acredite em Deus...
MIRVEL - Que idéia! É o mais célebre ateu, o homem mais imoral, a corrupção mais completa
e integral, o mais celerado dos indivíduos que possam existir.
MADAME - Como tudo isso me excita! Vou adorar esse homem. Quais os seus gostos?
MIRVEL - Você bem sabe: as delícias de Sodoma, tanto passivas como ativas, são-lhe sempre
agradáveis. Prefere os homens, e se consente em se divertir com mulheres é sob a seguinte
condição: trocar de sexo com ele, prestando-se a todas as inversões. Falei-lhe de você, eu o
preveni de suas intenções; aceita as suas propostas mas, por sua vez, avisa-a das suas condições.
Você não obterá nada dele se pretender induzi-lo a outra coisa. "O que consinto em fazer com
sua irmã", diz ele, "é uma extravagância... Uma brincadeira que me repugna e à qual só me
entrego raramente e tomando muitas precauções".
MADAME - Repugnância... Precauções... Que interessante a linguagem desses moços amáveis!
Nós, as mulheres, temos também palavras como estas, particularíssimas, que provam o profundo
horror que nos domina por tudo quanto não se refira ao culto de nossa devoção... Diga-me, meu
caro, ele já o possuiu? Com seu lindo corpo e seus vinte anos pode, creio, cativar um homem
como esse!
MIRVEL - Creio que posso revelar as extravagâncias que juntos praticamos: você tem
suficiente espírito para não os censurar. Geralmente amo e prefiro as mulheres; entrego-me a
este gozo bizarro apenas quando tentado por um homem excepcionalmente encantador. Nesse
caso nada há que eu não faça. Não estou absolutamente de acordo com a ridícula pretensão dos
nossos rapazolas que respondem com bengaladas a semelhantes propostas. O homem é senhor
de suas próprias inclinações? Não devemos jamais insultar os diferentes, mas lamentá-los; os
seus defeitos são defeitos da natureza. Eles não são culpados de ter nascido com gostos
diferentes, assim como ninguém tem culpa de ser coxo ou bem feito de corpo. Aliás, quando um
homem confessa que nos deseja, diz-nos, por acaso, uma coisa desagradável? Evidentemente
que não; é um cumprimento que ele nos faz; para que, pois, responder com injúrias ou insultos?
Só os imbecis pensam assim, nunca um homem razoável dirá coisa semelhante. Isto acontece
porque o mundo está povoado por idiotas que se julgam ofendidos quando a gente os considera
aptos para o prazer e que, mimados pelas mulheres, sempre ciumentas de seus direitos,
imaginam ser os Dom Quixotes desse falsos privilégios, brutalizando aqueles que não os
reconhecem.
MADAME - Beije-me, meu caro. Eu não o reconheceria como meu irmão se você pensasse de
outra maneira. Dê-me, entretanto, mais informações sobre o aspecto desse homem e sobre os
prazeres que juntos gozaram.
MIRVEL - Dolmancé tinha sido informado por um dos meus amigos do soberbo membro que
possuo, e fez com que o Marquês de V. nos convidasse a cear. Uma vez em casa do Marquês
tive que exibi-lo; pensei, a princípio, que fosse apenas curiosidade mas em breve percebi que
era outro o motivo quando Dolmancé voltou-me um lindo cu, pedindo-me que gozasse dele. Eu
o preveni das dificuldade da empresa. Ele nada temia. "Posso suportar um aríete", disse-me, "e
não tenha você a pretensão de ser o mais temível dos homens que o penetraram". O Marquês
estava presente e nos estimulava, acariciando, apertando e beijando tudo que nós puxávamos
para fora.
Ponho-me a prepará-lo enquanto apresento armas... Mas o Marquês me avisa: "Nada
disso, você tiraria metade do prazer que Dolmancé espera; ele quer uma violenta estocada, quer
que o rasguem". Pois será satisfeito, exclamei, mergulhando cegamente no abismo... Pensa,
minha irmã, que tive trabalho; nada disso, meu membro enorme desapareceu sem que eu
sentisse e eu toquei o fundo de suas entranhas sem que o tipo desse qualquer sinal de
sofrimento. Tratei-o como amigo, torcia-se no excesso da volúpia, dizia palavras doces, e
parecia felicíssimo quando o inundei. Quando me desocupei dele, voltou-se com os cabelos em
desordem e o rosto em chamas: veja em que estado você me pôs, querido disse-me, oferecendo
um membro seco e vibrante, muito longo e fino. Suplico-lhe, meu amor, queira servir-me de
mulher depois de ter sido meu macho, para que eu possa dizer que nos seus braços divinos
experimentei todos os prazeres do culto que venero. Cedi a seu pedido achando tudo isso
bastante fácil, mas o Marquês, tirando as calças, suplicou-me que o enrabasse enquanto era
fodido pelo seu amigo. Tratei-o como Dolmancé, que me devolvia ao cêntuplo todos os golpes
com os quais eu abatia nosso parceiro e logo me derramou no fundo do cu o celeste licor com
que eu regava ao mesmo tempo o eu do Marquês de V.
MADAME - Que prazer delicioso deve ser esse entre duas picas! Dizem que é gostosíssimo!
MIRVEL- Certamente, meu anjo, é um orifício delicioso, mas tudo isso não passa duma
extravagância que eu nunca preferirei ao prazer que me dão as bocetas.
MADAME - Pois bem, meu caro, para compensar hoje sua delicada atenção, vou entregar aos
seus ardores uma jovem, virgem e linda como os amores.
MIRVEL - Como? Então Dolmancé vai encontrar mais uma mulher nesta casa?
MADAME - Trata-se de educar a menina que conheci no convento o ano passado, enquanto
meu marido fazia uma estação de águas. Lá nada ousamos fazer, éramos o alvo de todos os
olhares. Prometemos reciprocamente nos unirmos assim que fosse possível. Perseguida por esse
desejo, para satisfazê-lo, travei conhecimento com toda a família. O pai é um libertino que eu
consegui cativar. A linda menina chega hoje e passaremos dois dias juntas, dois dias deliciosos.
A maior parte desse tempo empregarei em educá-la. Dolmancé e eu inculcaremos nessa linda
cabecinha todos os princípios da libertinagem mais desenfreada; iremos abraçá-la com o nosso
ardor. Alimentando-a com a nossa filosofia, inspirar-lhe-emos nossos desejos. Quero juntar a
prática à teoria, quero demonstrar, à medida em que eu dissertar. Você está destinado a colher
os mirtos de Citéra e Dolmancé as rosas de Sodoma. Terei dois prazeres a um tempo, dando
lições e gozando eu própria dessas volúpias criminosas, inspirando esse gosto x amável ingênua
que cairá na minha rede. Não acha esse projeto digno de minha imaginação?
MIRVEL - Essa ideia só a você poderia ocorrer, prometo-lhe representar com perfeição o papel
encantador que me destina. Ah, malandra, como você vai gozar fazendo a educação da pequena!
Que delícia corrompê-la, abafar nesse jovem coração todas as sementes de virtude e religião, aí
colocadas por suas mestras. Na verdade, mesmo para mim, essa idéia seria ousada.
MADAME - Nada pouparei para pervertê-la, para degradá-la, para pôr de pernas para o ar todos
os princípios de moral que já começam a atordoá-la. Em duas lições quero que se tome tão
celerada, ímpia e debochada como eu. Avise Dolmancé, ponha-o ao par do que se deve passar.
Que o veneno da sua imoralidade circule nesse jovem coração junto ao que eu mesma lá
instilarei. Havemos de desenraizar em poucos instantes todas as sementes de virtude que lá
pudessem germinar.
MIRVEL - Seria impossível encontrar homem mais adequado. A "irreligião", a impiedade, a
desumanidade, a libertinagem, fluem dos lábios do Dolmanoé como outrora a unção mística
fluía dos lábios do arcebispo de Cambrai; é o mais inveterado sedutor, o homem mais
corrompido e perigoso.. Ah! minha cara, que a sua discípula corresponda aos cuidados do
mestre e garanto que estará perdida num abrir e fechar de olhos.
MIRVEL - Diga-me, porém, não receia nada da parte de seus pais? E se ela der com a língua
nos dentes?
MADAME - Não tenha receio, eu já seduzi o pai, pertence-me. Confesso que me entreguei a ele
para que fechasse os olhos. Ignora os meus desígnios e nunca ousará penetrá-los. Domino-o.
MIRVEL - Os seus processos são horríveis.
MADAME - E assim devem ser para que sejam eficazes.
MIRVEL - Diga-me, afinal, de quem se trata.'
MADAME - Chama-se Eugênia, é a filha de um tal Mistival, um dos mais ricos arrecadadores
de impostos. Tem trinta e seis anos, a mulher trinta e dois, a filha quinze. Mistival é tão libertino
quanto sua mulher é beata. Quanto à Eugênia, em vão tentaria pintá-la, faltam-me os pincéis.
Pode estar convencido de que nem você nem eu vimos no mundo criatura tão maravilhosa.
MIRVEL- Já que você não a pode pintar, ao menos faça um esboço para que alimente a minha
imaginação com o ídolo em cujo altar sacrificarei.
MADAME - Pois bem, os longos cabelos castanhos, que descem até as coxas, a pele é de uma
brancura de neve, o nariz aquilino, os olhos ardentes e negros como ébano, aos quais ninguém
resiste. Quanto a mim, não imagina as tolices que faria por eles. Os cílios são traçados a pincel,
até as pálpebras são expressivas, a boca é pequena, úmida e fresca, os dentes perfeitos. Um de
seus maiores encantos está na elegância com que sua linda cabeça se ergue dos ombros, no ar de
nobreza que tem quando a volve. Eugênia é desenvolvida para sua idade, parece ter dezessete
anos; a cintura é fina e os peitinhos cheios, de uma beleza incomparável! Dão apenas para
encher a mão de um homem honesto, tão macios e brancos... Perco a cabeça quando os beijo!
Sob as minhas carícias ela se anima, a alma transparece no brilho de seus olhos. Não conheço o
resto, mas a julgar pelo que já vi, jamais teve o Olimpo semelhante divindade... Ouço barulho: é
ela! Saia pela porta do jardim para não a encontrar e venha na hora exata.
MIRVEL - Como não hei de chegar na hora, para contemplar o que você tão bem descreveu?
Nem sei como sair no estado em que me encontro... veja só, dê-me ao menos um beijo, minha
irmã, para que me satisfaça até então! (Madame beija-o, acaricia-lhe o pênis entumecido sob as
calças, e ele sai precipitadamente).